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Palavra de escuteira

De que valem as palavras se forem apenas ditas, se não forem sentidas, se não forem intencionais e se não nos soubermos expressar através delas? A chama da aventura. Decisões e caminhos divergentes. O meu quotidiano.

Palavra de escuteira

De que valem as palavras se forem apenas ditas, se não forem sentidas, se não forem intencionais e se não nos soubermos expressar através delas? A chama da aventura. Decisões e caminhos divergentes. O meu quotidiano.

Venho por este meio...

Para meu grande desagrado e tristeza, hoje, tive de fazer uma grande pequena paragem no hospital pediátrico. E aprendi bastante... Não exactamente sobre medicina ou quaisqueres assuntos que lhe sejam adjacentes, mas sim sobre a vida e o quotidiano.

Finalmente fiz uma grande descoberta. Finalmente consegui entender um dos grandes mistérios que a vida me colocara pelo caminho... O porquê da letra dos médicos ser, na maioria dos casos, imperceptível e de muito má fama.

Vim a descobrir que, como os coitados, passam tanto tempo a estudar, acabam por se cansar. E, quando chega a altura em que realmente devem ser esforçados e uns profissionais competentes, dá-lhes para o desleixo, na medida em que começam logo a cortar na escrita (onde tudo começou).

Até lhes dou alguma razão, mas era escusado visto que agora estamos na era digital e é um desperdício de tempo escrever à mão num hospital, onde há, com certeza, muito que fazer.

Venho, então, por este meio, fazer um apelo para que a situação se resolva. Aconselho também que expliquem aos Doutoresvelhos não tão novos que um teclado não é para ser martelado como se de um prego se tratasse.