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Palavra de escuteira

De que valem as palavras se forem apenas ditas, se não forem sentidas, se não forem intencionais e se não nos soubermos expressar através delas? A chama da aventura. Decisões e caminhos divergentes. O meu quotidiano.

Palavra de escuteira

De que valem as palavras se forem apenas ditas, se não forem sentidas, se não forem intencionais e se não nos soubermos expressar através delas? A chama da aventura. Decisões e caminhos divergentes. O meu quotidiano.

Peripécias de uma semana que entretanto acabou

Fiz o meu primeiro teste do ano. Foi de fisico-quimica.

Estou a uma semana do tão esperado crisma.

A casa dos segredos continua e a minha vontade de tal coisa ver não existe.

Fiquei a perceber que, uma modelo quer-se com aspeto de quem morre à fome ou de quem sofre de anorexia, quais tábuas de passar a ferro (vão mas é pesquisar modelos da Vitoria's Secret e depois falem comigo!).

Acho que estou mais empenhada na escola este ano.

Arranjei um lobito para o agrupamento.

Queria que os dias fossem mais longos. E as noites também.

Queria que os meus pais me deixassem alimentar o meu vicio. O café.

E, já vos disse que o livro que encomendei (Marina, de Carlos Ruiz Zafón) já chegou? Pois é, mas ainda não tive oportunidade de o ler.

A vida vale apena ser vivida. Há dias em que apetece mais e outros em que nem tanto, mas sou daquelas pessoas que acredita que o que acontece, acontece por algum motivo e, sei que vai dar tudo pelo melhor.