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Palavra de escuteira

De que valem as palavras se forem apenas ditas, se não forem sentidas, se não forem intencionais e se não nos soubermos expressar através delas? A chama da aventura. Decisões e caminhos divergentes. O meu quotidiano.

Palavra de escuteira

De que valem as palavras se forem apenas ditas, se não forem sentidas, se não forem intencionais e se não nos soubermos expressar através delas? A chama da aventura. Decisões e caminhos divergentes. O meu quotidiano.

Palavra de... uma estudante de Enfermagem

Mais uma no meio de centenas que se formam todos os anos. Mais uma aluna que decidiu entrar em enfermagem mesmo com o cenário negro que se aproxima e com as nuvens que ameaçam uma tempestade.

De entre amigos que se riem (mas que me apoiam sempre), à família que diz que vou trabalhar para fora porque em Portugal "não se vê jeitos...". 

À medida que o tempo passa percebo que este é um percurso que terá mais desafios e obstáculos que imaginava. Pretendo ir um dia de cada vez, frequência a frequência. Há tanto para aproveitar e um mundo tão grande na vida académica. Desde novos amigos, à nova família, à madrinha que escolhemos a medo, à praxe que vamos com receio, às saídas à noite. Até à queima, à latada, à serenata, às festas, às tardes perdidas à volta de uma mesa a rir... Tanto e mesmo assim parece tão pouco.

Coimbra tem tanto para dar se soubermos aproveitar. Esta é uma boa altura para experimentar. É uma boa altura para me conhecer, para me reinventar. Quem sabe a nova versão não vá ser melhor.

Já sou um quarto de enfermeira. Sem que desse conta, já passou um ano.

Ano esse que não volta a trás. 

 

 

 

(Encontrei estas palavras perdidas no meus rascunhos e achei que faziam todo o sentido, mesmo alguns meses depois)