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Palavra de escuteira

De que valem as palavras se forem apenas ditas, se não forem sentidas, se não forem intencionais e se não nos soubermos expressar através delas? A chama da aventura. Decisões e caminhos divergentes. O meu quotidiano.

Palavra de escuteira

De que valem as palavras se forem apenas ditas, se não forem sentidas, se não forem intencionais e se não nos soubermos expressar através delas? A chama da aventura. Decisões e caminhos divergentes. O meu quotidiano.

O dia que mudou o mundo

Todos os anos, neste dia, somos invadidos pelos noticiários com imagens e testemunhos do 11 de setembro de 2001, somos bombardeados por toda a gente com a história de onde estavam e de como souberam do sucedido.

Agora, chegou a altura de ser eu a contar como soube de tudo isto: ia fazer 3 anos dentro de 10 dias e, como é normal, não me lembro de absolutamente nada (e ainda bem), lembro-me apenas de, anos mais tarde, já com alguma consciência, olhar para aquelas fotos extraordinárias e pensar "como é que alguém tem tomates para fazer aquilo??" - a pergunta mantêm-se.

Digo ainda bem porque, um dia trágico como esse, não é algo que quem quer seja se queira recordar. Não foi um dia bom ou mau, não foi um dia feliz ou triste, foi o Dia que Mudou o Mundo. Foi o dia em que todos os olhos estavam postos nas televisões e rádios, com espectativa, com medo, pena e angústia

Quase três mil pessoas morreram! Três mil inocentes qua tiveram o pior fim que se pode imaginar. Uma quantidade gigante de pessoas que sairam de casa, achando que iam ter um dia monótono e normal como todos os outros, sem fazer a mais pequena ideia da tragédia que se avisinhava.

13 anos se passaram e as vítimas deste crime tão bárbaro ainda são relembradas, isso sim, é de louvar.