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Palavra de escuteira

De que valem as palavras se forem apenas ditas, se não forem sentidas, se não forem intencionais e se não nos soubermos expressar através delas? A chama da aventura. Decisões e caminhos divergentes. O meu quotidiano.

Palavra de escuteira

De que valem as palavras se forem apenas ditas, se não forem sentidas, se não forem intencionais e se não nos soubermos expressar através delas? A chama da aventura. Decisões e caminhos divergentes. O meu quotidiano.

Fotografias dão sempre que falar

Ora, hoje foi dia de reviver um bocadinho o passado (até parece que me lembro de muita coisa).

Fui nomeada (calma!, não foi para o Ice Bucket Challenge!) por uma amiga para por uma fotografia de quando eu era fofinha e bonita como se eu ainda não o fosse.

Foi então, na procura dA Foto, que passei uns belos momentos a rir escandalosamente. Não, não era só pelas roupas que se usavam, nem pelos pelos penteados, era por tudo. Eu sou infantil ao ponto de me rir só porque sim, e ver fotos do meu pai com o triplo do cabelo é qualquer coisa. Tambem não ajudou ver fotos minhas a andar de triciclo dentro do apartamente à frente da jarra favorita da minha mãe que já não existe mas nem sem bem o porquê. Nem vou falar do facto de existirem carradas de fotos minhas a chorar desalmadamente, ou fotos com roupa que eu sei que adorava e que, agora, vendo bem... Também existia um tambor que, segundo a minha mãe, era tipo aquilo que o computador é para mim hoje em dia  - um grande amor, portanto.

Vou agora ao facebook por uma foto do dia em que fiz um ano só para as pessoas que a virem se derretem com tamanha fofura.