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Palavra de escuteira

De que valem as palavras se forem apenas ditas, se não forem sentidas, se não forem intencionais e se não nos soubermos expressar através delas? A chama da aventura. Decisões e caminhos divergentes. O meu quotidiano.

Palavra de escuteira

De que valem as palavras se forem apenas ditas, se não forem sentidas, se não forem intencionais e se não nos soubermos expressar através delas? A chama da aventura. Decisões e caminhos divergentes. O meu quotidiano.

Eu quero, mas não quero

Sou assaltada todos os dias por pensamentos. Desde o mais estapafúrdio ao mais simples e modesto.

É estranho, não é? Isto de querer coisas... Queremos tanto uma coisa, sonhamos com ela tanta vez, que, quando a temos, não lhe damos tanta importância quanto a que deviamos dar. Às vezes trabalhamo por ela e, mesmo assim, no momento em que é nossa, puf!, aquela magia, aquela importância que lhe davamos mesmo antes de a termos, deixa de fazer qualquer sentido.

Nem tudo é assim tão linear, claro. Algumas dessas coisas valorizamos ainda durante algum tempo, mas outras é quase que instantâneo. 

E, claro, isto está ligado aos arrependimentos. Àquela dor de cabeça que não nos deixa dormir à noite ou que nos tira o sorriso de vez em quando.