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Palavra de escuteira

De que valem as palavras se forem apenas ditas, se não forem sentidas, se não forem intencionais e se não nos soubermos expressar através delas? A chama da aventura. Decisões e caminhos divergentes. O meu quotidiano.

Palavra de escuteira

De que valem as palavras se forem apenas ditas, se não forem sentidas, se não forem intencionais e se não nos soubermos expressar através delas? A chama da aventura. Decisões e caminhos divergentes. O meu quotidiano.

Crise de identidade e problemas existênciais

Quem sou eu? O que faço aqui? 

Quero isto. Afinal quero aquilo. Não sei se deva rir, se deva chorar (se bem que rir prolongue a vida).

Adorava saber o que as pessoas estão a pensar, só assim de vez em quando.

Não posso escolher um livro e passar a ser uma das personagens?

Tenho medo. E se o meu grupo de amigos se acabar por afastar mais cedo do que aquilo que estou à espera?

E depois? Eu aprendo a ler e a escrever, estudo, tiro um curso e -hipoteticamente, com muita sorte e uma pitada de cunhas - arranjo emprego. E depois? Blá blá blá, uma familia.

Mais, eu quero mais, muito mais do que isto. A vida não pode ser só sobreviver. Fazer isto só porque vai acontecer aquilo. Não! Não quero, mas ninguém me ensina a vivê-la.

 

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