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Palavra de escuteira

De que valem as palavras se forem apenas ditas, se não forem sentidas, se não forem intencionais e se não nos soubermos expressar através delas? A chama da aventura. Decisões e caminhos divergentes. O meu quotidiano.

Palavra de escuteira

De que valem as palavras se forem apenas ditas, se não forem sentidas, se não forem intencionais e se não nos soubermos expressar através delas? A chama da aventura. Decisões e caminhos divergentes. O meu quotidiano.

"Antes morte que má sorte"

A morte, essa que todos sabemos que vai chegar, que mais tarde ou mais cedo chega até nós.

É a coisa mais certa que temos na vida, sem dúvida. Não há meios-termos, vai acontecer e ponto, não interessa o quanto se negue ou se atrase, é certo.

Apesar de sabermos disto, sempre que ela bate à porta de alguém que nos é próximos (ou nem por isso), ficamos em baixo, sem chão, perdemos o rumo e achamos que não temos para onde ir. 

Eu tenho medo da morte... Não aquele medo irracional, aquele em que a pessoa não dá um passo sem antes pensar em todas as consequências, mas sim aquele receio daquilo que possa acontecer a quem amo. 

Mas a morte é preferível a muitas outras coisas. Eu não quero chegar aos 100 anos. Não quero chegar a um ponto em que tenho de estar constantemente a depender de alguém. Não quero chegar a uma altura da minha vida em que a única coisa que posso fazer é pensar no passado. "E se?". Isto não é vida. 

Prefiro morrer aos 60/70, mas feliz, do que aos 100, cheia de rugas, cabelos brancos e dúvidas e, quem sabe,dividas!.

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