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Palavra de escuteira

De que valem as palavras se forem apenas ditas, se não forem sentidas, se não forem intencionais e se não nos soubermos expressar através delas? A chama da aventura. Decisões e caminhos divergentes. O meu quotidiano.

Palavra de escuteira

De que valem as palavras se forem apenas ditas, se não forem sentidas, se não forem intencionais e se não nos soubermos expressar através delas? A chama da aventura. Decisões e caminhos divergentes. O meu quotidiano.

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Se a vida fosse um livro - e eu acredito que o é - hoje seria o fim de mais um capítulo.

Já não escrevo nada às uns dias e não me venho desculpar por tal até porque não me vem nenhuma explicação plausivel para isso. 

É o fim de mais um ano, um de muitos que já passaram e que, se Deus quiser, muitos outros que ainda estão para vir, não é o apocalipse de zoombies nem o fim do mundo. O fim de ano é apenas mais uma desculpa para lançarem foguetes (que a meu ver só fazer barulho) e fogo de artificio. Sim, é bonito, também gosto de ver. O que quero dizer é que não é uma data assim tão especial para tamanha festa que por vezes é feita.

Não sou uma pessoa que faça grandes desejos para o ano seguinte. Afinal, depois da contagem decrescente e de toda aquela festa pirotecnica, o relógio continua a rodar e a vida continua a mesma. Se queremos algo só com trabalho é que a alcançamos, não é porque entrarmos de novo em janeiro. 

De qualquer das maneira quero desejar-vos a todos um excelente 2015, diferente deste ano que já acabou porque tudo o que é de mais enjoa e porque as novas experiencias são aquelas que nos motivam e nos fazem querer mais.